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Lula e Alckmin registram candidatura no TSE com plano de governo focado em soberania

Chapa "Brasil Pronto Pra Mais" reúne sete partidos, a maior aliança de esquerda desde 1989, e formaliza a busca de Lula pelo quarto mandato

Marina KesslerMarina Kesslerdo CityTudo

20 de agosto de 2026 · 1 min de leitura

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em reunião de trabalho

A coligação “Brasil Pronto Pra Mais” protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o registro da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, tendo Geraldo Alckmin como vice, segundo o Partido dos Trabalhadores. O pedido foi protocolado às 23h20 da última sexta-feira (7), marcando o início formal da busca de Lula pelo quarto mandato à Presidência.

A maior aliança de esquerda desde 1989

A coligação reúne sete partidos (PT, PCdoB, PV, PSB, PDT, PSOL e Rede), a maior aliança de esquerda formada no país desde a redemocratização em 1989. O tamanho da coligação reflete o esforço da campanha em consolidar apoio antes do início oficial da propaganda eleitoral.

Um plano de governo com 84 páginas

Junto ao pedido de registro, a coligação entregou ao TSE um programa de governo com 84 páginas que coloca a defesa da soberania nacional como eixo central. A palavra “soberania” aparece em 21 das 84 páginas do documento, reforçando a estratégia de campanha em meio à disputa comercial do governo brasileiro com os Estados Unidos.

Um visual novo para a campanha

Lula estreou um visual inédito para a foto que vai à urna eletrônica na oitava candidatura de sua carreira à Presidência, com chapéu de palha e terno azul. O lançamento oficial da campanha aconteceu no dia 16 de agosto, no Estádio 1º de Maio (Vila Euclides), em São Bernardo do Campo, cidade que marcou a trajetória sindical do presidente antes da vida pública.

O que vem pela frente

Com a candidatura formalizada, a campanha de Lula e Alckmin entra na fase de agenda de rua e articulação de alianças estaduais, enquanto o TSE segue analisando os registros de outras candidaturas à Presidência para a eleição de outubro.

Fontes

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