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Galaxy A17 5G é certificado pela Anatel e Samsung reforça a briga na faixa mais barata

Aparelho intermediário com tela AMOLED de 90 Hz e câmera de 50 MP com estabilização óptica já está liberado para venda no Brasil, com preço sugerido a partir de R$ 1.399

Felipe TanakaFelipe Tanakado CityTudo

20 de agosto de 2026 · 2 min de leitura

Dois smartphones modernos lado a lado sobre mesa de madeira

A Samsung avançou mais um passo para brigar na faixa de entrada do mercado brasileiro. O Galaxy A17 5G foi certificado pela Anatel e está pronto para ser vendido no Brasil, com unidades que serão fabricadas no Brasil, no Vietnã e na Coreia do Sul. A homologação da agência costuma ser uma das últimas etapas antes da chegada oficial às lojas.

O que traz a ficha técnica

O Galaxy A17 aposta em uma combinação equilibrada para quem não quer gastar muito. O modelo tem tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, processador Exynos 1330, até 8 GB de memória RAM e até 256 GB de armazenamento. A bateria é de 5.000 mAh com carregamento de 25W, e o sistema é o Android 15 com a interface One UI 7.0.

Câmera com estabilização

Na parte de fotografia, o aparelho traz um conjunto de câmeras de 50, 5 e 2 megapixels. O destaque fica para a lente principal, que conta com estabilização óptica de imagem, recurso pouco comum nessa faixa de preço e que ajuda a reduzir tremidos em fotos e vídeos, especialmente em ambientes com pouca luz.

Quanto vai custar

Segundo referências de mercado, o preço sugerido do Galaxy A17 começa em R$ 1.399 e pode chegar a R$ 1.849, dependendo da versão. Na prática, porém, o aparelho já tem sido encontrado por valores mais baixos, em torno de R$ 1.100, o que reforça a estratégia da marca de manter presença forte entre os smartphones mais acessíveis.

Aposta na entrada de linha

Com a linha A, a Samsung mira o consumidor que quer 5G, boa tela e uma câmera decente sem entrar no território dos aparelhos premium. A chegada do A17 amplia o portfólio da marca justamente na faixa de preço mais disputada do país, onde marcas chinesas vêm avançando com fichas técnicas agressivas.

Fontes

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