5 coisas que uma nutricionista de emagrecimento jamais faria
Tainá Carvalho lista práticas que evita como profissional especializada em emagrecimento, servindo de alerta sobre abordagens arriscadas
Redação CityTudodo CityTudo8 de agosto de 2026 · 2 min de leitura

Com tantas tendências de dieta circulando nas redes sociais, entender o que profissionais especializados evitam pode ser tão esclarecedor quanto saber o que eles recomendam. Em vídeo, a nutricionista esportiva Tainá Carvalho lista práticas que jamais adotaria em seu trabalho com pacientes de emagrecimento, servindo como um alerta útil sobre abordagens que costumam trazer mais riscos do que benefícios.
Evitar cortes calóricos extremos e repentinos
Reduzir drasticamente e de forma repentina a ingestão calórica é uma prática associada a diversos riscos, incluindo perda de massa muscular, queda no metabolismo basal e maior propensão a episódios de compulsão alimentar após períodos de restrição severa. Profissionais de nutrição especializados em emagrecimento costumam preferir reduções calóricas mais moderadas e graduais, que preservem melhor a massa muscular e sejam mais sustentáveis ao longo do tempo.
Não prometer resultados irreais ou prazos impossíveis
Fazer promessas de perda de peso rápida e em prazos irrealistas é apontado como uma prática antiética e potencialmente perigosa, já que pode levar pacientes a adotarem estratégias extremas na tentativa de atingir metas que não são fisiologicamente sustentáveis. Um acompanhamento nutricional responsável costuma estabelecer expectativas realistas desde o início, baseadas em taxas de perda de peso consideradas seguras pela literatura científica.
Evitar eliminar grupos alimentares inteiros sem necessidade médica
Cortar completamente grupos alimentares, como carboidratos ou gorduras, sem uma indicação médica ou nutricional específica que justifique essa restrição, é outra prática evitada por profissionais responsáveis, já que esses macronutrientes desempenham funções importantes no organismo e sua eliminação desnecessária pode gerar desequilíbrios nutricionais ao longo do tempo.
Não ignorar o histórico individual do paciente
Aplicar planos alimentares genéricos, sem considerar histórico de saúde, preferências alimentares, rotina e relação individual de cada pessoa com a comida, é apontado como uma abordagem pouco eficaz e potencialmente prejudicial. Um acompanhamento nutricional de qualidade costuma personalizar a estratégia considerando esse conjunto de fatores individuais, em vez de aplicar fórmulas padronizadas para todos os pacientes.
Evitar desconsiderar o aspecto psicológico da alimentação
Por fim, ignorar completamente a relação emocional e psicológica que cada pessoa tem com a comida, focando apenas em números e restrições, é uma prática que pode comprometer os resultados a longo prazo e até favorecer o desenvolvimento de relações disfuncionais com a alimentação. Um bom acompanhamento nutricional busca equilibrar orientação técnica com sensibilidade em relação a esses aspectos comportamentais, essenciais para a sustentabilidade de qualquer mudança alimentar duradoura.
Por que essas listas de “nunca faria” fazem sucesso
Conteúdos que listam práticas evitadas por profissionais costumam gerar bastante engajamento justamente por funcionarem como um contraponto às inúmeras promessas milagrosas que circulam nas redes sociais sobre emagrecimento. Ao explicitar o que não é recomendado, esse tipo de vídeo ajuda o público a desenvolver um olhar mais crítico diante de conteúdos e produtos que prometem resultados rápidos e fáceis, oferecendo um parâmetro de comparação mais realista sobre como deveria ser um acompanhamento nutricional sério e responsável.
Vídeo original de Nutricionista Esportiva Tainá Carvalho. Assista na íntegra no canal original.


