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Existem alimentos realmente proibidos para quem quer emagrecer?

Vídeo do canal Leandro Twin questiona a ideia de alimentos proibidos na dieta e explica o que realmente importa para o emagrecimento

Redação CityTudoRedação CityTudodo CityTudo

14 de agosto de 2026 · 2 min de leitura

Miniatura do vídeo sobre alimentos proibidos para quem quer emagrecer

A ideia de que existem alimentos totalmente proibidos para quem quer emagrecer é bastante difundida, mas em vídeo o canal Leandro Twin questiona essa lógica, explicando por que o conceito de proibição absoluta costuma ser menos útil do que entender o papel de cada alimento dentro do contexto geral da dieta e do balanço calórico total.

Por que a ideia de “proibido” pode ser contraproducente

Categorizar alimentos como estritamente proibidos tende a criar uma relação de tudo ou nada com a comida, o que pode aumentar o risco de episódios de compulsão alimentar quando a pessoa eventualmente consome aquele alimento “proibido”, muitas vezes seguido de sentimento de culpa e, em alguns casos, de um padrão de restrição ainda mais rígido depois. Especialistas em comportamento alimentar costumam apontar que essa dinâmica de proibição pode ser mais prejudicial ao processo de emagrecimento do que o próprio alimento em questão.

O que realmente determina o resultado do emagrecimento

Do ponto de vista fisiológico, o emagrecimento depende fundamentalmente do balanço energético ao longo do tempo, ou seja, da relação entre calorias consumidas e calorias gastas, considerando também a qualidade nutricional geral da dieta. Isso significa que alimentos com maior densidade calórica podem, em teoria, fazer parte de uma dieta voltada ao emagrecimento, desde que consumidos com moderação e dentro do contexto calórico total planejado para aquele objetivo.

A diferença entre frequência e proibição total

Em vez de eliminar completamente determinados alimentos, uma abordagem mais sustentável costuma envolver o ajuste da frequência e da porção com que esses alimentos são consumidos, reservando espaço ocasional para itens mais calóricos ou menos nutritivos dentro de uma dieta que, na maior parte do tempo, seja composta por alimentos mais nutritivos e alinhados ao objetivo de emagrecimento. Essa flexibilidade tende a ser mais sustentável no longo prazo do que regras rígidas de proibição total.

Alimentos que merecem atenção redobrada, mas não necessariamente proibição

Isso não significa que todos os alimentos tenham o mesmo valor dentro de uma dieta voltada ao emagrecimento. Itens com alta densidade calórica e baixo valor nutricional, como frituras e doces industrializados, tendem a exigir mais atenção justamente por facilitarem o consumo calórico excessivo em pequenas porções, o que reforça a importância de moderação, mais do que proibição absoluta, na forma como esses alimentos são incluídos na rotina alimentar.

Buscando uma relação equilibrada com a comida

O recado final do vídeo é que construir uma relação equilibrada e sustentável com a alimentação, sem categorizar alimentos como vilões absolutos, tende a favorecer resultados mais duradouros de emagrecimento do que abordagens excessivamente restritivas. Para quem busca orientação individualizada sobre como estruturar a própria dieta de forma equilibrada, consultar um nutricionista continua sendo o caminho mais seguro e adequado às necessidades específicas de cada pessoa.

Vídeo original de Leandro Twin. Assista na íntegra no canal original.

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