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HIIT sem impacto: o que é e para quem esse formato é indicado

Daniel Gimenes apresenta um treino HIIT de 40 minutos sem impacto; entenda quem se beneficia mais dessa variação e como ela difere do HIIT tradicional

Redação CityTudoRedação CityTudodo CityTudo

18 de agosto de 2026 · 3 min de leitura

Miniatura do vídeo de Daniel Gimenes com treino HIIT sem impacto de 40 minutos em casa

Nem todo treino HIIT precisa envolver saltos e movimentos de alto impacto para as articulações. Em vídeo de 40 minutos, Daniel Gimenes apresenta uma versão sem impacto do treino intervalado de alta intensidade, formato que amplia o acesso a esse tipo de exercício para pessoas que, por diferentes motivos, não podem ou preferem não realizar movimentos com salto.

O que diferencia o HIIT com e sem impacto

A principal diferença entre as duas versões está na substituição de exercícios que envolvem fase aérea, como polichinelos com salto ou agachamentos com salto, por variações que mantêm pelo menos um pé em contato com o solo durante todo o movimento. Isso reduz significativamente a força de impacto absorvida pelas articulações, especialmente joelhos e tornozelos, sem necessariamente comprometer a capacidade do treino de elevar a frequência cardíaca a níveis altos.

Quem mais se beneficia do formato sem impacto

Pessoas com histórico de lesões articulares, problemas nos joelhos ou tornozelos, gestantes em fase adequada para exercício sob orientação médica, pessoas com sobrepeso significativo, que podem sentir mais desconforto articular com movimentos de impacto, e até praticantes mais avançados em fase de recuperação de lesão costumam se beneficiar dessa variação, que mantém os benefícios cardiovasculares do HIIT com um risco reduzido de sobrecarga articular.

Como manter a intensidade sem o impacto do salto

Mesmo sem saltos, é possível elevar significativamente a intensidade do treino por meio de outros recursos, como aumentar a velocidade de execução dos movimentos, reduzir o tempo de descanso entre os blocos, aumentar a amplitude de movimento em exercícios como agachamentos profundos, ou incluir exercícios isométricos que mantêm a musculatura sob tensão constante por períodos prolongados. O vídeo de 40 minutos utiliza essa combinação de estratégias para sustentar a intensidade característica do formato HIIT.

Por que a duração é maior nesse formato específico

Ao remover exercícios de alto impacto, que costumam gerar picos intensos de frequência cardíaca rapidamente, pode ser necessário um tempo total de treino um pouco maior para atingir um volume de trabalho cardiovascular equivalente ao de sessões mais curtas com impacto. Isso explica, em parte, por que treinos HIIT sem impacto tendem a ter duração um pouco mais estendida em comparação a versões tradicionais do mesmo formato.

Adaptando o treino à própria realidade física

Para quem está retornando de lesão, iniciando a prática de exercícios após período de sedentarismo ou simplesmente prefere reduzir o impacto sobre as articulações no dia a dia, essa variação de HIIT representa uma alternativa viável para manter os benefícios do treino intervalado de alta intensidade. Como em qualquer treino intenso, é recomendável avaliar o próprio condicionamento físico antes de começar e buscar orientação profissional em caso de dúvidas ou condições de saúde específicas.

Sinais de que a versão sem impacto é a mais indicada no momento

Dor articular durante ou após treinos com salto, histórico recente de lesão ou simplesmente desconforto ao realizar movimentos de impacto são sinais claros de que a versão sem impacto, como a proposta por Daniel Gimenes, é a escolha mais adequada naquele momento. Reavaliar periodicamente essa necessidade, com o apoio de um profissional se possível, ajuda a decidir quando pode ser seguro reintroduzir gradualmente exercícios com impacto na rotina de treino.

Vídeo original de Daniel Gimenes. Assista na íntegra no canal original.

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