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O perigo de comer em excesso para quem quer envelhecer com saúde

Vídeo de Marcio Atalla no podcast JOW Cast aborda como o excesso alimentar constante pode acelerar processos ligados ao envelhecimento

Redação CityTudoRedação CityTudodo CityTudo

19 de agosto de 2026 · 2 min de leitura

Miniatura do vídeo sobre os riscos de comer em excesso para o envelhecimento saudável

No episódio do podcast JOW Cast com Marcio Atalla, o tema em pauta foi a relação entre alimentação em excesso e o processo de envelhecimento. A conversa aborda como hábitos alimentares mantidos ao longo de décadas, e não apenas escolhas pontuais, tendem a ter peso maior sobre a forma como o corpo envelhece do que costuma se imaginar.

Excesso alimentar como hábito, não evento isolado

Um dos pontos centrais discutidos é que o problema raramente está em um exagero pontual, como comer além da conta em uma festa ou em um fim de semana, mas sim na repetição constante de porções muito acima da necessidade energética real do corpo. Esse padrão repetido ao longo dos anos é o que, segundo a discussão do vídeo, tende a sobrecarregar processos metabólicos e contribuir para o acúmulo de gordura visceral, associado a maior risco de doenças crônicas.

A relação entre inflamação crônica e envelhecimento

O vídeo também toca em um conceito cada vez mais discutido na literatura sobre longevidade, o chamado “inflammaging”, processo de inflamação crônica de baixo grau que se intensifica com a idade e que pode ser agravado por hábitos alimentares desequilibrados. Segundo orientações médicas gerais discutidas na conversa, uma dieta rica em alimentos ultraprocessados e consumida em excesso calórico constante tende a favorecer esse estado inflamatório, que por sua vez está relacionado a um envelhecimento menos saudável dos tecidos e órgãos.

Por que restrição extrema também não é a resposta

É importante destacar que o vídeo não defende dietas extremamente restritivas como solução. Pelo contrário, a discussão caminha para a ideia de equilíbrio: assim como o excesso constante prejudica, a restrição severa e prolongada também pode trazer prejuízos, incluindo perda de massa muscular, o que é especialmente preocupante para quem envelhece, já que a manutenção de músculo está diretamente ligada à autonomia e qualidade de vida na terceira idade.

O papel da atividade física nessa equação

Atalla reforça que a alimentação não deve ser vista isoladamente, mas em conjunto com a prática regular de atividade física, especialmente treino de força, que ajuda a preservar massa muscular e a melhorar a forma como o corpo processa os nutrientes consumidos. Essa combinação entre alimentação equilibrada e exercício regular costuma ser apontada por especialistas como um dos pilares mais consistentes para um envelhecimento com mais saúde e menos limitações físicas.

Buscar orientação individualizada

Como em qualquer tema relacionado à nutrição e ao envelhecimento, é recomendável que ajustes na alimentação sejam feitos com acompanhamento de um nutricionista ou médico, já que necessidades calóricas e nutricionais variam bastante de pessoa para pessoa, considerando fatores como idade, nível de atividade física e condições de saúde preexistentes. O vídeo reforça que o objetivo não é buscar perfeição alimentar, mas sim consistência em hábitos equilibrados ao longo do tempo, o que tende a ter impacto muito mais relevante sobre a longevidade do que mudanças pontuais e radicais.

Vídeo original de Marcio Atalla. Assista na íntegra no canal original.

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