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Botafogo perde Allan por lesão grave na coxa; Náutico também lida com desfalque

Volante do Botafogo tem previsão de recuperação de até 20 semanas; meio-campista do Náutico sofreu contusão muscular de grau 3

Bruno AndradeBruno Andradedo CityTudo

17 de agosto de 2026 · 1 min de leitura

Fisioterapia esportiva em atleta

O volante Allan, do Botafogo, sofreu uma ruptura completa do músculo retofemoral da coxa direita, com previsão de recuperação entre 12 e 20 semanas. É um desfalque longo para o time carioca na reta final da temporada, justamente num momento em que o elenco precisa de profundidade para disputar competições em várias frentes.

Um tipo de lesão que preocupa

Lesões musculares completas, como a sofrida por Allan, costumam exigir protocolo de recuperação mais conservador do que rupturas parciais, já que o risco de reincidência é maior caso o retorno aos gramados seja apressado. Departamentos médicos de clubes brasileiros vêm adotando protocolos cada vez mais cautelosos nesse tipo de caso, mesmo que isso signifique desfalques mais longos no curto prazo.

Outro caso no Nordeste

No Náutico, o volante Luiz Felipe se machucou no último duelo contra o Criciúma e teve constatada uma contusão muscular de grau 3 na coxa, lesão que também deve tirá-lo de campo por várias semanas. Contusões de grau 3 estão entre as mais severas na classificação usada por departamentos médicos, geralmente exigindo tratamento fisioterápico intensivo antes mesmo de o atleta voltar a treinar com o grupo.

Um desafio recorrente na temporada

Os dois casos reforçam como o departamento médico segue sendo um desafio recorrente para os clubes brasileiros nesta fase da temporada, quando o acúmulo de jogos ao longo do ano já cobra seu preço físico dos elencos. Comissões técnicas costumam apontar a sobrecarga de calendário, com competições estaduais, nacionais e continentais disputadas em sequência, como um dos principais fatores por trás do aumento de lesões musculares na reta final do ano.

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