Museu do Amanhã: o que saber sobre o ícone arquitetônico do Porto Maravilha
Projetado pelo espanhol Santiago Calatrava e erguido sobre um antigo píer desativado, o museu discute ciência, sustentabilidade e o futuro da cidade
Rafael Monteirodo CityTudo19 de agosto de 2026 · 1 min de leitura

Ao lado da Praça Mauá, na zona portuária do Rio de Janeiro, um edifício branco e alongado se projeta sobre a água da Baía de Guanabara. O Museu do Amanhã foi projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava e erguido no antigo Píer Mauá, com apoio da Fundação Roberto Marinho e custo total de cerca de 230 milhões de reais.
Uma inauguração de peso
O edifício foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015 com a presença da então presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e recebeu cerca de 25 mil visitantes só nos primeiros dias. Desde então, o museu se tornou um dos símbolos mais reconhecíveis da nova orla carioca.
Ciência e sustentabilidade no lugar de um píer
O antigo píer desativado deu lugar a uma construção pós-moderna e sustentável, hoje ícone da identidade local, com proposta de ser um museu de artes e ciências que também alerta sobre mudanças climáticas, degradação ambiental e colapso social. O edifício tem espinhas solares móveis, projetadas para se adaptar às condições ambientais ao longo do dia.
Uma escultura em exposição permanente
Como parte do projeto Porto Maravilha, o museu recebeu em 2015 a escultura Puffed Star II, do artista norte-americano Frank Stella, instalada no espelho d’água em frente à baía.
Combine com o resto do Porto Maravilha
O museu fica a poucos minutos a pé do Museu de Arte do Rio (MAR), o que facilita visitar os dois no mesmo passeio.
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