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Carlos Cesare, o Pablo de "Qual é a Música?", morre aos 60 anos

Ator e palhaço interpretou o personagem no programa de Silvio Santos entre 1986 e 1990; família diz que morte ocorreu durante o sono

Bianca FerrazBianca Ferrazdo CityTudo

19 de agosto de 2026 · 2 min de leitura

Estúdio de televisão com luzes de gravação, imagem ilustrativa

Carlos Cesare, conhecido por interpretar o personagem Pablo no programa “Qual é a Música?”, morreu aos 60 anos, em São José dos Campos, interior de São Paulo. O ator e palhaço foi velado na cidade natal na segunda-feira, dia 17 de agosto.

O anúncio da família

A notícia foi compartilhada nas redes sociais por familiares do artista. “O palhaço que fez tanta gente sorrir partiu. Pedimos orações neste momento”, disse um familiar de Carlos ao anunciar a morte.

Causa da morte

No perfil oficial de trabalho do artista, a família detalhou o que ocasionou o óbito. “Foram constatados congestão e edema pulmonares, e falência cardíaca, provavelmente durante o sono”, informou a publicação, que também agradeceu o apoio do público e as homenagens recebidas após a notícia.

Quatro anos como o Pablo

Carlos Cesare tinha apenas 20 anos quando assumiu o papel que o tornaria conhecido nacionalmente. Ele viveu Pablo na versão de 1986 do “Qual é a Música?”, atração comandada por Silvio Santos, na qual o personagem participava do programa dublando músicas, permanecendo na atração durante quatro anos.

Uma trajetória marcada pelos palcos

Apesar da visibilidade conquistada na televisão nos anos 1980, a maior parte da carreira de Carlos aconteceu fora das câmeras. Ele dedicou a maior parte de sua trajetória ao trabalho como palhaço, levando humor e alegria ao público em apresentações ao vivo, tendo ficado marcado principalmente pela atuação nos palcos.

O legado do personagem Pablo

O papel de Pablo passou por diferentes intérpretes ao longo das décadas em que “Qual é a Música?” esteve no ar, tornando-se um dos personagens mais lembrados da história do programa de Silvio Santos. Segundo relato de um dos atores que também viveu o papel, o figurino colorido do personagem, com direito a purpurina, virou uma marca registrada: “Pensei em purpurinas porque Silvio Santos ama um paetê e uma lantejoula”, lembrou o intérprete, sobre a criação visual que acompanhou o personagem em diferentes fases do programa.

Fontes

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